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Dar ou não mesada para seus filhos?
Postado por Marcio Bittencourt em Dezembro 18, 2017

Muitos pais entendem que a mesada é uma ferramenta importante para a educação financeira das crianças, porém muitos outros entendem que é melhor deixar este assunto para quando os filhos crescerem. Neste artigo escrito por Gladys Magalhães a especialista Myrian Lund esclarece quais são os benefícios de dar uma quantia de dinheiro periodicamente aos filhos e algumas dicas de como abordar o assunto com os pequenos.

Em uma pesquisa realizada no site da CRESCER, 55% dos leitores participantes disseram que dão ou pretendem começar a dar mesada para os filhos a partir dos 7 anos. Outros 23% deram o início ao hábito mais cedo, quando as crianças tinham entre 5 e 6 anos. Uma parcela menor, de 9 % começou ainda antes, com 4 anos ou menos. Somente 13% responderam que não dão ou não pretendem adotar o costume. Será que o melhor é dar ou não uma mesada às crianças? Isso ajuda ou não na educação financeira? Na opinião da planejadora financeira Myrian Lund, "dinheiro" e "criança" combinam, sim, e a mesada pode ser um bom instrumento de educação.

“A mesada é o método mais eficiente de educação financeira. Ao receber uma quantia periodicamente, a criança passa a entender o dinheiro de forma diferente. Quanto mais cedo seu filho começa a lidar com dinheiro, mais financeiramente estruturado será quando adulto”, ressalta Myrian.

Como começar?

De acordo com a planejadora, é possível introduzir a mesada assim que os filhos começam a aprender números. Contudo, neste momento, é melhor que o pagamento seja semanal e proporcional à idade, ou seja, uma criança de 6 anos pode receber R$ 6,00 por semana.

Mas oferecer a mesada não basta. É preciso prestar atenção em outras atitudes para que a educação financeira tenha resultados. “Os pais só devem dar presentes para os filhos nas datas específicas, como Natal, Dia das Crianças e aniversários. Se a criança quiser um brinquedo fora dessas ocasiões, ela deve ser estimulada a guardar dinheiro para comprar. Se o item for mais caro, os pais podem propor de pagar a metade. O importante é que ela entenda que é preciso poupar para ter qualidade de vida e que não é possível ter tudo na hora que se quer”, explica Myrian.

O pagamento semanal deve perdurar até que a criança comece a ter mais independência. Então, entra em cena o valor mensal, que deve ser discutido com seu filho, considerando as despesas que ele tem no dia a dia, como transporte, lanche na escola, passeios com os amigos nos finais de semana, entre outros. Aqui, o fundamental é que ele entenda que, se administrar mal, faltará dinheiro durante o mês.

Para os mais novos

No caso das crianças menores, que ainda não sabem contar, o cofrinho é uma ferramenta interessante, capaz de materializar o conceito de poupar. Além disso, para Myrian, a conversa é uma das mais fortes aliadas da educação financeira. “Os pais devem ajudar os filhos a fazerem escolhas. É válido juntar dinheiro no cofre para comprar uma lembrancinha no dia do aniversário, por exemplo. Também é importante explicar que o dinheiro é limitado e, em vez de dizer, simplesmente, que não vai comprar algo, falar que não é possível naquele momento, pois há necessidade de guardar", ressalta.

Crise financeira na família. E agora?

Independentemente da idade, frente à qualquer dificuldade financeira, é importante que os pais esclareçam a situação para os filhos. Uma boa conversa também é a solução para explicar os motivos de filhos com idades diferentes não receberem valores iguais. “A compreensão é importante no processo de educação financeira", diz Myrian. O dinheiro tem limite e é preciso dizer para as crianças que os pais não têm condições de manter a mesada quando um dos pais perde ou emprego ou quando a família está passando por dificuldades por algum outro motivo, por exemplo. "Os adultos devem explicar para as crianças que as variações em relação ao dinheiro são comuns e que as pessoas ganham remunerações diferentes”, finaliza Myrian.

Acesse o artigo original em:
http://revistacrescer.globo.com/Familia/Financas/noticia/2016/09/mesada-dar-ou-nao.html

Falar com as crianças sobre a mesada e como utilizá-la possibilita que os pequenos conheçam desde cedo o valor de poupar e de saber usar os recursos, levando estes ensinamentos por toda a vida.

Queremos saber sua opinião: você é a favor ou contra dar mesada às crianças? Deixe seu comentário no fim do artigo :)

Marcio Bittencourt
Cofundador da Lâmpada Mágica
www.lampadamagica.me



1 Comentários
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Paulo Succar Janeiro 22, 2018

Concordo plenamente. Lembro que dava mesada aos meus filhos, mas não me lembro até quando isso durou. Lembro também que sempre orientamos que era necessário economizar, pois nunca sabíamos o dia de amanhã. De qualquer forma, creio que orientar os pequenos à lidar com o dinheiro é muito importante.


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