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Como deixar sua casa segura quando o bebê começar a andar

Como deixar sua casa segura quando o bebê começar a andar
Postado por Marcus Succar em Agosto 8, 2019

Caminhar é um grande passo na vida de um menor. A recém-descoberta independência e mobilidade tornam-se aterrorizantes e empolgantes para pais e filhos. Enquanto seu bebê balança e cai, fica ainda mais difícil manter ele seguro, não é mesmo? Então evite ferimentos criando um ambiente seguro para o seu filho aprender a andar.

  1. Siga as noções básicas de segurança para menores

Um aumento na mobilidade significa que os limites estão mais distantes para o seu filho. Você provavelmente está ciente das áreas de perigo em sua casa em condomínio. e das façanhas do seu bebê em engatinhar e andar. Áreas de perigo típicas incluem:

  • Escadas, nas quais é crucial colocar um pequeno portão na parte superior e inferior.
  • Superfícies aquecidas, como radiadores ou fornos, que necessitam de coberturas como uma grade ou serem bloqueados por algum outro móvel pra que um bebê que esteja andando não possa alcançá-las.
  • Tomadas elétricas, que devem ser tampadas com coberturas plásticas simples para crianças, a fim de evitar que coloquem os dedos ali. Para se certificar de que tudo foi coberto, agache-se para ver as coisas do ponto de vista de um menor - isso deve ajudá-lo a ver os riscos potenciais.
  1. Remova a desordem do chão

Pegue as coisas do chão, incluindo tapetes ou qualquer item que possa fazer um bebê tropeçar em sua casa em condomínio. Mudanças no piso são, de modo particular, bastante traiçoeiras a um novo caminhante, portanto, esteja atento a transições de piso ásperas ou pisos irregulares.

Pisos perigosos podem ser facilmente cobertos com um tapete de espuma. A maioria dos tapetes vem em uma variedade de tamanhos e é feita de quadrados de conexão a fim de que você tenha a possibilidade de personalizá-los para que caibam no seu espaço.

Simplesmente coloque o tapete sobre o chão para uma superfície mais segura para o seu bebê - sem necessidade de ferramentas ou instalação.

  1. Proteja grandes peças de mobília que possam tombar facilmente

Proteja grandes peças de mobiliário, como estantes de livros e sistemas de entretenimento, que existam na parede. Esses móveis grandes podem tombar caso o bebê tente entrar neles ou escalá-los.

Fixe bem o mobiliário com ganchos especiais à prova de bebês, que podem ser encontrados muito facilmente em lojas locais de suprimentos para casa, ou simplesmente use alguns ganchos e parafusos extras para se certificar de que tudo está seguramente ligado à parede.

  1. Fique atento a cantos afiados de móveis

Adicione acolchoamento a cantos afiados, que geralmente estão no nível da cabeça, e remova e substitua peças perigosas. Móveis feitos de materiais duros, como pedra e vidro, podem ser muito prejudiciais também.

  1. Mantenha seu neném seguro no berço

O seu filho já pode ficar de pé e andar e, agora, nem mesmo o próprio quarto de bebê dele é seguro. Por causa disso, tente reajustar o berço para a posição mais baixa removendo o colchão e ajustando as molas inferiores para que não possam sair à noite.

Procure também afastar o berço de quaisquer áreas perigosas, como portas e janelas, ou locais onde a criança possa subir ou cair.

  1. Feche bem suas janelas

A maioria dos pequenos provavelmente não consegue alcançar nenhuma janela até que comece a caminhar, mas agora, que eles caminham, as janelas representam uma grande ameaça à segurança. Instale protetores de janela ou telas de malha ajustáveis para evitar que o seu bebê a abra e sofra um acidente.

Protetores de janela em um quarto de bebê vêm com hardware ajustável que pode ser anexado diretamente para o interior ou moldura de uma janela. O efeito final é uma tela que não bloqueia a visão, mas bloqueia, sim, a opção da criança de querer sair por ali.

  1. Mantenha seu filho longe de lareiras

Uma Lareira pode ser muito perigosa, pois há muitas maneiras das crianças se machucarem, e também são deveras atraentes para uma criança que está a andar. Cuide do seu bebê instalando um bloqueio. A maioria dos fechamentos de lareira conecta-se com uma tira adesiva pregada à parede que dificulta a chance de a criança abri-la.

  1. Mantenha seus armários seguros e fechados

Proteja os líquidos e produtos químicos nocivos, como materiais de limpeza e remédios, e busque se certificar que seus armários estejam protegidos por fechaduras à prova de menores de idade.

Simples suportes podem parafusar armários e conectá-los à porta para tornar os gabinetes quase impossíveis para um bebê abrir, mas sem ser muito inconveniente para os moradores maiores da residência.

  1. Coloque suprimentos perigosos em gabinetes altos

Tome precauções extras na cozinha movendo utensílios perigosos, como facas e pratos pesados, para armários mais altos, onde eles não podem ser alcançados por uma criança que já está andando.

  1. Mantenha seu filho longe de fogões

Instale as tampas dos manípulos que impedem as crianças de ligarem acidentalmente os fogões. A maior parte desses modelos de tampas simplesmente aparece para cobrir os botões e pode ser removida para uso adulto, abrindo a parte frontal articulada.

Fechaduras de forno também demandam instalação simples através de uma faixa adesiva que conecta a parte superior do forno à porta do forno, tornando quase impossível para pequenos curiosos abri-lo.

  1. Remova todos os itens não seguros do seu quintal

Faça uma busca das áreas externas para localizar e remover quaisquer itens que possam ser perigosos para uma criança que está andando. Itens como brinquedos pontiagudos e ferramentas de jardinagem devem ser mantidos em um galpão trancado fora do alcance de seu bebê.

  1. Instale um detector de movimentação na sua garagem

Instale um detector de movimento na porta da garagem para garantir que ela irá parar de fechar caso detecte o movimento do seu filho por perto.

  1. Tome cuidado caso tenha uma piscina em casa

Se você tiver uma piscina, instale coberturas especiais para bebês ao redor e se certifique sempre de monitorar seu bebê quando ele estiver no quintal. Para proteção extra, cubra a piscina com uma cobertura rígida, pois coberturas de plástico podem afundar se a criança caminhar por cima.

Especialistas em piscinas da sua área podem sugerir itens específicos e instalar todas as suas necessidades de segurança.

Compartilhe o post nas suas redes sociais e ajude outros pais a manterem suas crianças seguras em casa!

Marcus Succar
Idealizador e Cofundador da Lâmpada Mágica
www.lampadamagica.me



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Crianças compartilham parte dos presentes de aniversário com projetos sociais

Crianças compartilham parte dos presentes de aniversário com projetos sociais
Postado por Luiza Rudge em Outubro 8, 2018

A geração Alpha e a Cultura de doação

Já refletiu sobre os impactos causados com a quantidade de presentes que as crianças ganham nos aniversários? Além de competirem com os amiguinhos de quem ganha mais, acabam sendo estimuladas ao consumismo, deixando de lado sua natureza altruísta.

Vivemos em um mundo que é difícil encontrar pessoas engajadas com causas sociais. Por isso, é preciso criar e ensinar novos hábitos para as nossas crianças.
Precisamos ensinar empatia e solidariedade quando ainda são pequenos, para assim criar cidadãos generosos e capazes de contribuir para uma sociedade melhor para todos. Eles podem mudar o mundo!

Essa tarefa não é fácil, já que eles são cercados por todos os lados, desde cedo, pelo consumismo. Então é preciso ir com calma. É preciso encontrar maneiras de, aos poucos, ensinar para eles como doar pode ser bom para todos.

A geração Alpha surge com uma nova consciência e encontraram na Lâmpada Mágica uma forma de fazer diferente das gerações anteriores. Além de ser boa para criança que faz aniversário, para os pais e para os convidados, através da Lâmpada a criança pode ajudar ao próximo. A criança escolhe três sonhos que deseja muito realizar e pode contribuir para um mundo melhor para todos. É simples, só escolher uma causa parceira e 10% da sua arrecadação será direcionado a ela.


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O Fantástico Mundo da Festa Infantil, em casa!

O Fantástico Mundo da Festa Infantil, em casa!
Postado por Nathália Leite em Junho 21, 2018

Esse é o primeiro texto que escrevo para a Lâmpada Mágica. Fiquei super feliz com o convite, já que sou mãe, decoradora de festas infantis e adoro uma família reunida!

Logo após um bate papo com os fundadores, Marcus e Márcio, sugeri que abordássemos sobre o universo das comemorações infantis dos aniversários em casa! E nada mais delicioso do que uma festa com muito bolo, doces, brincadeiras e amor e , não é mesmo?

Agora pare um pouco e pense: De todas as recordações de aniversário na infância, qual foi o melhor?

Posso afirmar aqui que a maioria das pessoas vai tirar essa recordação afetiva da “Caixinha de Melhores Momentos da Vida”. Vão se lembrar daquele aniversário onde foram todos os seus melhores amigos da infância, onde a comemoração foi recheada de muitas brincadeiras no quintal, pátio do prédio, parque ou em qualquer lugar que não tivesse nenhum brinquedo construído! Brinquedo mesmo, somente aqueles desconstruídos, para deixar a imaginação fluir e a brincadeira se tornar mais divertida! Essas eram as melhores festas infantis, sem muito excesso material. Parece até que criança já nasce sabendo a importância da presença, o que vamos perdendo a medida em que o mundo vai exigindo que trabalhemos bastante para pagarmos nossas contas e darmos o melhor para os nossos filhos, enquanto, na verdade, o que eles querem mesmo é a gente por perto!

Houve um tempo em que a festa infantil era um evento de mobilização da família inteira por, pelo menos, três dias! Uma verdadeira reunião familiar, onde a avó fazia o bolo, enquanto a tia enrolava os doces, e nesse contexto, aproveitavam para conversar sobre o pé de jabuticaba do quintal que estava todo florido! Dali há uma semana ia ter jabuticaba para fazerem a receita da geleia da bisa! Enquanto a “prosa” fluía na cozinha e as crianças brincavam no quintal fazendo uma guerra de goiaba podre que cataram pelo pomar! Coisa de criança! =)

Quando chegava o dia da comemoração, a mesa do bolo tinha mais que enfeites! Nela tinha amor de todas as formas e cores: em forma de brigadeiro, em forma de olho de sogra (que eu, particularmente, não entendo esse amor que põe ameixa num docinho tão gostoso! Rs.) e esse era o ápice da festa. Por detrás do bolo e em cima de um banquinho, o aniversariante se sentia amado. Mais uma vez posso afirmar que ele nem lembrou dos presentes que ganhou! Na verdade, ele só queria cantar o “Parabéns” para comer os doces e voltar para a brincadeira.

Infelizmente, algumas coisas vão se perdendo, e esse modelo de festa em casa caiu em desuso por muito tempo! Acredito que pela rotina descontrolada que o mercado exige dos pais, pelo cansaço acumulado, pelo pouco tempo disponível para os filhos, ou mesmo por influência do mundo globalizado, que nos faz acreditar que sempre precisamos de mais e mais!

As mídias voltadas para as crianças são agressivas de tal ponto a fazer com que elas acreditem que, se não tiverem determinado brinquedo (que todos da escola já tem), elas não serão felizes! A felicidade está totalmente vinculada ao brinquedo mostrado 500 vezes por dia, naquele canal de desenhos super educativos que o seu filho assiste todos os dias!

Com todos esses excessos nos cercando, vieram os mega salões de festas! Locais extremamente preparados para proporcionar a festa dos sonhos (dos pais)! Essas festas se tornaram mais impessoais, padronizadas e as relações mais distantes. Ah! Muito importante frisar aqui que, até euzinha já utilizei desses espaços! Foi ótimo chegar num local como convidada, e sair sem carregar um pacote de presentes, contudo meu objetivo com este texto é mostrar que o amor e a presença são mais importantes do que qualquer presente ou festa!

Mas como dizem: “É na dificuldade que surgem as oportunidades!” E essa crise vivida por todos no nosso país trouxe algo de positivo: a volta das festinhas em casa ou, pelo menos, com cara de festinha no quintal! Além disso, estamos vivendo um momento de percepção do que é importante e saudável para nós! Momento de reconstrução de relações familiares, afetivas e valorização de quem nos quer e nos tem por perto!

E de tudo isso que foi escrito, saiba que não há nada mais importante para uma criança, do que alguém que brinque com ela, seja adulto ou criança. Porque o que fica na memória é o amor que a gente leva!

Nathália Leite
Blogger e Proprietária da Villa Anfi
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Educação financeira para crianças

Educação financeira para crianças
Postado por Marcio Bittencourt em Abril 29, 2018

Ao longo do tempo temos observado que o assunto educação financeira para crianças é pouco discutido no Brasil e ao redor do mundo. Talvez por não sabermos qual o melhor momento para tratar desse assunto, deixamos para fazer isso depois que as crianças estão maiores, e com isso perdemos boas oportunidades para elas aprenderem desde cedo. Será que este é o melhor caminho?

Abaixo seguem as perguntas feitas pela Nívea Salgado do Blog Mil Dicas de Mãe para o Gustavo Cerbasi, um dos profissionais de finanças mais conhecidos e respeitados do Brasil, que defende a inteligência financeira como agente de mudança na vida de todos.

Confira abaixo essa conversa incrível:

A partir de que idade já é possível conversar com as crianças sobre dinheiro? Como as noções de educação financeira podem ser incluídas no dia-a-dia dos nossos filhos?

A conversa sobre dinheiro deve acontecer desde sempre. Na verdade, uma mãe que, com a criança no ventre, é disciplinada com o horário para comer, dormir, tomar banho e acordar já está ensinando muito sobre disciplina, um elemento fundamental no trato com o dinheiro. O tema dinheiro, em si, já pode ser tratado com a criança desde os dois anos de idade, quando seu nível de curiosidade e descoberta do mundo está aguçadíssimo e seus pais já podem explicar que, por exemplo, o motivo de sua ausência é o trabalho, que resulta em dinheiro para compras as coisas que precisamos para viver. Nas situações de compra, a criança deve ser convidada a se envolver, entregando o dinheiro para o vendedor e recebendo em troca o comprovante ou o troco. Isso faz com que sua relação com o dinheiro seja natural. Do contrário, dinheiro seria visto como coisa de adulto, coisa proibida, e ao longo de seu desenvolvimento a criança corre o risco de desenvolver uma perigosa relação apaixonada por ele.

Qual a sua opinião sobre mesada?

A mesada não tem valor algum quando concedida como um direito da criança, com total liberdade de decisão. Mesada é útil quando concedida como parte de uma proposta de educação financeira, com total interação entre os pais e a criança. Deve ser concedida juntamente com a discussão de um orçamento, criado juntamente por pais e filhos, estabelecendo como será gasto cada centavo. A cada novo recebimento, deve haver uma prestação de contas. A criança tem que entender que mesada não lhe dá o direito de administrar seu dinheiro como bem entender. Mesada lhe dá é o direito de administrar uma pequena parte do orçamento da família, aquela parte que corresponde a seus gastos individuais, desde que ela demonstre conseguir administrar essa sua parte. É uma troca colaborativa entre pais e filhos.

De quais decisões financeiras familiares os filhos devem participar?

Na medida em que crescem, os filhos devem ser gradualmente convidados a participar de escolhas cada vez mais complexas. Até os cinco anos, não dá para envolvê-los em decisões porque não existe o conhecimento matemático suficiente. A partir dos seis anos, a criança pode ser convidada a colaborar nas escolhas sobre orçamentos parciais. Por exemplo, se a família disponibiliza uma verba de R$ 100 para passar o fim de semana, a criança pode opinar sobre o destino a dar a esse dinheiro. Demonstrando maturidade, o próximo passo é discutir junto com os pequenos o orçamento das próximas férias ou da noite de Natal. Na adolescência, já há maturidade para que pais definam uma verba disponível aos filhos e que esses opinem sobre quanto será gasto com roupas, lazer e atividades culturais, por exemplo.

Logo que os filhos nascem, alguns pais optam por abrir uma poupança para gastos futuros ou já iniciam um plano de previdência privada. O que você acha sobre isso?

Essa deveria ser a primeira das decisões tomadas por pais sobre o futuro dos filhos. Hoje, a falta de um diploma de ensino superior praticamente elimina as possibilidade de um jovem se empregar. Considero a poupança para a faculdade mais importante até do que o custeio de uma escola privada na infância. Caso os filhos tenham que estudar em escolas públicas, poderão custear uma faculdade privada com a poupança formada. Se o gasto com escolas privadas inviabilizar a poupança e o jovem não for bem sucedido em vestibulares de faculdades públicas, pode ter seu ensino superior inviabilizado. Hoje, mesmo contando com facilidades como o Financiamento Estudantil (FIES), contar com uma boa reserva significa garantir tranquilidade na formação profissional. E o ideal é que, se a família não tiver outras poupanças formadas, essa reserva seja feita através de um plano de previdência específico para a educação, que conta com um seguro que garante o valor da faculdade mesmo em caso de morte ou invalidez de quem contribui.

Em seu livro Pais Inteligentes Enriquecem seus Filhos, que tipo de dica você dá aos pais que desejam um futuro financeiro tranquilo para os filhos?

Recomendo dedicação dos pais carinhosa, divertida e cotidiana ao ensino sobre dinheiro para as crianças. O ideal é envolver as crianças com a rotina financeira, permitir que elas manipulem dinheiro mesmo que em brincadeiras, e que todo sacrifício feito em família seja feito com propósito bem definido e com uma evidente celebração ao final. A mensagem essencial do livro é convidar os pais para que eduquem seus filhos para construir riqueza, pois, se isso não for feito, não restará outro caminho aos filhos a não ser depender da riqueza dos pais por muitos anos, e depois sofrer para ajudar a manter a vida dos mais velhos, sem poder aproveitar ao máximo a própria vida. Com a devida educação, enriquecer é questão de escolha pessoal.

Conheça o artigo original em: http://www.mildicasdemae.com.br/2013/08/educacao-financeira-para-criancas-voce-ja-pensou-nisso.html

Marcio Bittencourt
Cofundador da Lâmpada Mágica
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Publicidade infantil e consumismo: uma conversa com Mario Cortella

Publicidade infantil e consumismo: uma conversa com Mario Cortella
Postado por Marcio Bittencourt em Março 29, 2018

A exposição das crianças à publicidade e os seus efeitos no consumismo infantil vêm sendo discutidos constantemente entre psicólogos, empresas e governo, em busca de uma regulação como forma de reduzir os impactos do consumismo no desenvolvimento das crianças. O professor, filósofo e autor de vários livros Mario Cortella concedeu uma entrevista para a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal para falar deste tema que preocupa pais e educadores de crianças de todas as idades:

Fundação Maria Cecília Souto Vidigal – A publicidade infantil está aí. Às vezes é explícita, às vezes dissimulada. Como os pais devem lidar com essa gama de informações que podem fomentar um perfil consumista nos seus filhos, futuros adultos?

Mario Sergio Cortella – Durante a vida o indivíduo recebe diversos estímulos negativos. A publicidade infantil é mais um estímulo e caberá aos pais preparar seus filhos para que tenham clareza do que ela significa. Para isso, os adultos precisam usar a sua capacidade crítica para discernir o que pode ser aceito e o que faz mal à criança. Retirá-la do contato com a publicidade não favorecerá o preparo necessário para a criança lidar com esse e outros estímulos inerentes ao dia a dia. Não ajudará a evitar a “consumolatria”, o desejo insaciável de comprar.

Fundação Maria Cecília Souto Vidigal – A criança quer porque quer um brinquedo inadequado ou que os pais não podem comprar. Qual a melhor forma de explicar essa situação a ela?

Mario Sergio Cortella – Não tem como explicar. Uma criança de quatro anos não consegue conectar causa e efeito. Por isso, nessa fase, só há uma alternativa: dizer não. Ou seja, a negação àquilo que é impróprio. Esse é o amor verdadeiro. É o que coloca o “não” no momento em que ele é necessário. Se a mãe diz que está sem dinheiro, a criança sabe que é mentira, porque vê os pais comprando outras coisas. Para crianças de cinco ou seis anos, pode-se fazer uma troca simbólica. Por exemplo: “Eu não pego do seu cofrinho o dinheiro pra comprar pão. Por isso, não vou usar o dinheiro do pão pra comprar o que você quer”.

Fundação Maria Cecília Souto Vidigal – Como você vê as leis e projetos que restringem a publicidade infantil?

Mario Sergio Cortella – Há uma boa parte delas que está pautada no bom senso. Vários publicitários adotaram a autorregulação. Temos o Conselho Nacional dos Diretos da Criança e do Adolescente (Conanda) como articulador. No entanto, isso ainda não basta. Precisamos de uma forte demanda social que faça pressão. Especificamente nesse caso, da criança e do adolescente, acho importante que haja uma regulamentação, mas não com viés de censura, porque nesses termos pode-se ampliar demais e perder o sentido. O ideal é que a construção dessa regulação aconteça por meio de parcerias que, pelo consenso, determinem os limites para as restrições e exposições.

Fundação Maria Cecília Souto Vidigal – Você acha que a obesidade e o desejo de consumo na infância são influenciados pela publicidade?

Mario Sergio Cortella – Acredito que estamos vivenciando o enfraquecimento da autoridade do adulto. Ambos os casos estão muito mais ligados a essa realidade do que à publicidade infantil em si. O fato de a criança se tornar obesa tem muito mais a ver com o mundo externo e a visão dos adultos. Nesse aspecto, minha preocupação com a publicidade é menor. Preocupo-me com esses pais e responsáveis pelas crianças. A obesidade é fruto de uma distorção social dos alimentos. Se a criança tem acesso ao que não é bom, ao que faz mal, é porque um adulto a colocou em contato com aquilo, facilitou o seu acesso. Também acho que a publicidade infantil não tem todo esse peso na “consumolatria”. A criança pode aprender a fazer seus brinquedos, a elaborar presentes para dar aos amigos, aos pais. Tudo isso precisa ser ensinado a ela. Não é só a publicidade, não é qualquer publicidade que causa esses desvios. O que precisamos é rever de que forma estamos nos formando, de que maneira formamos nossos filhos e netos.

Mario Sergio Cortella é filósofo e escritor, com Mestrado e Doutorado em Educação, autor de várias obras como “A Escola e o Conhecimento” (Cortez), “Filosofia e Ensino Médio: certas razões, alguns senões, uma proposta” (Vozes), “Política: Para Não Ser Idiota”, com Renato Janine Ribeiro (Papirus), “Educação e Esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio” (PoliSaber), “Educação, Convivência e Ética” (Cortez).

Veja o artigo na íntegra em: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/publicidade-infantil-e-consumismo-uma-conversa-com-mario-cortella

Marcio Bittencourt
Cofundador da Lâmpada Mágica
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Como ensinar as crianças a valorizarem o que têm?

Como ensinar as crianças a valorizarem o que têm?
Postado por Marcus Succar em Março 12, 2018

Como encontrar o equilíbrio no consumo dos filhos e fazer eles valorizarem o que têm? Confira o texto do site "A mente é maravilhosa" falando sobre o cuidado que os pais precisam ter para não transformarem seus filhos em crianças mimadas.

Quando em nossa infância passamos por certas privações, é comum querer que os filhos não sofram o mesmo. E assim, às vezes cometemos o erro de lhes dar presentes demais “para que não lhes falte nada”. Contudo, é preciso ajudá-los a compreender a fugacidade do valor material e a importância de pensar no que temos frente ao que almejamos.

“Se você não é feliz com aquilo que deseja, também não será com aquilo que lhe falta”

Pode acontecer que você passe por uma loja, compre um belo brinquedo e leve-o com toda a sua ilusão, e as crianças não dão a menor importância ao presente (os pais podem ficar mais felizes em ver seus rostos de surpresa do que as crianças com o brinquedo em si).

Continuam extasiados com o que estavam fazendo, certamente com o celular, o tablet ou o computador. Isto pode frustrar de início. Inclusive pode fazer com que a tristeza invada você, pois teve que trabalhar duro para poder comprar esse brinquedo que não souberam valorizar.

Claro, eles têm um quarto cheio de coisas para brincar (mesmo que usem apenas parte dele) e, portanto, é muito difícil que prestem atenção a algo novo ou que mostrem gratidão pelo gesto. Está em nós, como adultos, a tarefa de ensinar-lhes a reconhecer os sacrifícios.

Para que os pequenos percebam o preço das coisas (não em questão de dinheiro, e sim em questão de esforço ou de estabelecer prioridades, por exemplo) e não se transformem em uma máquina de pedir diariamente, é bom que:

1 - Tenham uma responsabilidade no lar. A partir dos três anos, a criança já pode participar em algumas das tarefas do lar e assumir algum tipo de responsabilidade, por menor que seja. De início você não vai deixar que eles organizem os cristais ou que limpem as janelas, mas que levem a roupa limpa para o seu quarto e guardem os brinquedos, por exemplo.

Paulatinamente você pode lhes atribuir novas tarefas, adequadas às capacidades que já desenvolveram. Mas atenção, o melhor para reforçar esse tipo de conduta não são as recompensas materiais, e sim as palavras e o reconhecimento social, para que possam se sentir orgulhosos.

2 – Não compre tudo o que pedirem. As propagandas nos espaços dedicados ao público infantil na televisão são pensadas para criar o desejo nas crianças. De fato, apresentam os brinquedos como fantásticos aparelhos criadores de diversão. Se você for lhe dar um presente que corresponde a um dos seus desejos, é melhor que você leve um tempo para cumpri-lo.

3 – Tome o seu tempo para “processar o pedido”. Confirme que se trata de algo que eles realmente querem e que não se trata de um desejo impulsivo por um brinquedo que viram na televisão ou que um colega da escola tem. Não tente demonstrar o seu carinho comprando-lhes coisas. Faça-o como todo pai deveria, isto é, com tempo e carinho.

4 – Defina um orçamento. Quando as crianças já são um pouco maiores e têm a capacidade de conhecer os preços e o dinheiro, podem conversar em relação aos custos de certas coisas que pedem. Permita que ajudem na administração do dinheiro e se você tiver a possibilidade (e eles merecerem), você pode lhes dar uma mesada para que se acostumem a administrar os seus próprios recursos limitados.

Por fim, não caia no erro de dizer “não falta nada para os meus filhos”, porque o dinheiro ou os presentes não são os que compram a felicidade nem o amor. Lembre-se de que “Onde há demais, algo está ausente. O que sobra não pode substituir o que falta”.

Procurando uma forma de fazer com que as crianças sejam presenteadas com menos brinquedos e ao mesmo tempo proporcionar experiências incríveis? A Lâmpada Mágica te ajuda nessa missão. Confira o artigo completo no link https://amenteemaravilhosa.com.br/ensinar-as-criancas-valorizar/

Marcus Succar
Idealizador e Cofundador da Lâmpada Mágica
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Qual é a diferença entre a sua geração e a das crianças que estão nascendo agora?

Qual é a diferença entre a sua geração e a das crianças que estão nascendo agora?
Postado por Marcus Succar em Fevereiro 21, 2018

Hoje nosso blog tem um post muito especial! Um lindo vídeo mostrando como essa nova geração vem mais consciente de seu papel e de seus impactos.

Geração Alpha:

Conectados a tecnologia desde o berço, uma diferente maneira de ver o mundo “O mundo não precisa formar mais gente que pense igual aos outros, precisa de gente que pense diferente.” (Denis Russo). “Geração sem definição exata até o momento, mas já possuem um hábito de comportamento: é uma geração eternamente conectada e mais preocupada com problemas ecológicos e meio ambientes.”
Geração nascida a partir de 2010. Segundo estudiosos, esta geração será caracterizada pela instrução e educação. Nenhuma outra geração teve tanto acesso ao conhecimento humano como a que começa a se formar. Ainda sem características precisas e bem definidas, a única certeza é que, são conectados em rede e a Geração Alfa será composta tanto de filhos geração Y, como da Geração Z.

Absorvam essa consciência e aproveitem o vídeo!


Marcus Succar
Idealizador e Cofundador da Lâmpada Mágica
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15 dicas para curtir os blocos de carnaval com as crianças

15 dicas para curtir os blocos de carnaval com as crianças
Postado por Marcio Bittencourt em Fevereiro 6, 2018

Crianças e blocos de carnaval combinam? Claro que sim, dependendo do bloco. Em várias cidades onde os blocos de carnaval são uma tradição, os blocos infantis estão crescendo a cada ano. Em 2018 serão 14 blocos infantis no Rio de Janeiro e 13 em São Paulo, por exemplo.

Para que os pequenos e os pais possam curtir o carnaval com tranquilidade, a organizadora do bloco infantil Tindôtetê Ana Carolina Cintra, os pediatras Mariane Franco e Luiz Renato Valério e a ONG Criança Segura prepararam uma lista com 15 dicas geniais:

1 - Prefira blocos infantis ou com perfil mais familiar, que aconteçam durante o dia e em lugares arborizados ou com sombra.

2 - Em locais com aglomerações, redobre os cuidados com segurança. Coloque nos filhos pulseira de identificação ou crachá com nome da criança, nome dos pais e contato, para que a família possa ser localizada rapidamente em caso de desaparecimento.

3 - Em festas na rua, verifique se o local está fechado para o acesso de carros. Em salões cobertos, observe se o piso é escorregadio, se o acesso às escadas é protegido e se as janelas possuem telas ou grades. Em qualquer um dos casos, mantenha supervisão constante.

4 - Para pintar a pele das crianças, use tinta e maquiagem atóxicas e hipoalergênicas. Evite artigos de procedência duvidosa, sem selo do Inmetro ou aprovação da Anvisa. Cuidado com a área dos olhos ao passar tinta ou glitter.

5 - Confetes de papel são melhores do que os de alumínio, brilhantes, que podem ser cortantes. Evite espuma em spray, que é altamente inflamável. E explique às crianças por que elas não devem colocar confete na boca, enrolar a serpentina no pescoço ou brincar de jogar espuma nos olhos e na boca de outras pessoas.

6 - Coloque roupas confortáveis nas crianças. Prefira fantasias com tecidos leves e frescos, como algodão, sem excesso de adereços que incomodem. Não se esqueça do chapéu ou gorro em dias de sol.

7 - Evite roupas com cordões ou o uso de correntes no pescoço, pois eles podem se prender em algum lugar e causar estrangulamento. Também fique atento a botões e pequenos ornamentos, que podem se soltar e ser engolidos, causando sufocação.

8 - Para evitar quedas, escolha calçados confortáveis e firmes, com boa aderência ao pé. Tênis devem ficar com os cadarços sempre bem amarrados. Uma dica da ONG Criança Segura é trocar os cadarços por elásticos coloridos.

9 - Cuide da hidratação das crianças. Leve água, água de coco ou suco — se estiver calor, considere armazenar os líquidos em garrafa térmica. Mães que amamentam também devem se hidratar frequentemente.

10 - Leve comida, pois nem sempre há opções saudáveis disponíveis para comprar no local. Frutas são uma ótima pedida, especialmente as que contêm bastante água, como melancia, melão, laranja ou tangerina.

11 - Aplique protetor solar nos pequenos — e, se for o caso, repelente também — e não se esqueça de levar o frasco para reaplicar.

12 - Se o calor estiver muito forte, leve guarda-chuva para se abrigar do sol — existem até opções com proteção UV.

13 - Em blocos com bateria ou trio elétrico, fique longe do som alto. Dependendo da idade e da sensibilidade da criança, considere levar protetor auricular ou fones infantis anti-ruído.

14 - Leve um pano ou canga para que a família possa se sentar e descansar de vez em quando.

15 - Respeite o limite das crianças e não fique tempo demais. Se notar sinais de sono ou irritação, é hora de ir para casa.

Aproveitem as dicas e divirtam-se no carnaval!

Veja o texto original em:
https://g1.globo.com/carnaval/2018/noticia/carnaval-com-criancas-veja-15-dicas-para-curtir-os-blocos-em-familia.ghtml

Marcio Bittencourt
Cofundador da Lâmpada Mágica
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Festa de 15 anos ou viagem? Faça os dois!

Festa de 15 anos ou viagem? Faça os dois!
Postado por Marcus Succar em Janeiro 23, 2018

Muitas meninas precisam tomar uma decisão muito difícil pra comemorar seus 15 anos. Escolher entre ter um dia de princesa ou fazer sua primeira viagem sozinha. Nesse artigo vamos dar uma dica incrível pra qualquer debutante conseguir fazer os dois!

As duas opções tem grandes benefícios:

Festa de debutante:

É a chance de viver um dia mágico de princesa. Afinal não é todo dia que se faz 15 anos, certo?
Organizar uma grande comemoração é muito legal, pois você consegue planejar cada detalhe para que tudo saia como você sempre sonhou.

Os pais ficam muito realizados com a chance de celebrar a chegada da filha na vida adulta. Tudo fica ainda melhor com o envolvimento de toda a família e amigos.

Viagem de debutante:

Viajar é sempre muito bom! Conhecer novas culturas e também se divertir muito, sem falar que para uma debutante é a chance de desfrutar de um pouco mais de independência, já que normalmente essa é a primeira grande viagem sem os pais.

Se optar por um intercâmbio, você terá a chance de aprender outra língua e conhecer uma cultura diferente. Será uma experiência única e inesquecível!

A festa dura apenas algumas horas, mas a viagem é beeem mais longa. Mais do que um dia de comemoração você terá muitos!

Como fazer os dois?

Já pensou na possibilidade de fazer a festa e ser presenteada com a viagem por seus convidados? Existem diversas formas de você fazer isso, como um pedido de depósito em conta, vaquinhas virtuais ou até mesmo envelopes com dinheiro. A gente sabe que muitas vezes isso pode parecer incomodo e pra esses casos a Lâmpada Mágica cai como uma luva! É só montar uma página personalizada e coloca o link no convite de 15 anos. Lá seus convidados vão ter acesso a sua página e irão presentear com cotas da viagem dos seus sonhos.
A mecânica é similar as utilizadas em sites de casamento para presentear os noivos com cotas da lua de mel.

Agora as meninas podem comemorar seus 15 anos da melhor forma possível!

Marcus Succar
Idealizador e Cofundador da Lâmpada Mágica
www.lampadamagica.me



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Como não estragar as crianças com o excesso de presentes?

Como não estragar as crianças com o excesso de presentes?
Postado por Marcus Succar em Janeiro 16, 2018

O desafio de agradar os filhos comprando muitos presentes requer cuidados. Hoje trazemos um artigo muito interessante da jornalista Ana Paula Cardoso sobre os cuidados necessários para não deixar os presentes atrapalharem no desenvolvimento das crianças.

Dia das Crianças, Natal, aniversário. Seja em ocasiões especiais ou motivado apenas pelo amor, presentear crianças é um hábito muito forte em nossa sociedade. Porém, é preciso ficar atento aos excessos. No mundo corrido de hoje, muitos pais tentam compensar eventuais falhas de convivência - e de falta de atenção e tempo - com presentes especiais para os filhos.

Não raro, o valor dos presentes para as crianças pode ficar exageradamente caro, funcionando como uma forma de resgate de afeto e demonstração de amor. Barganhar comportamento com presente, seja caro ou barato, não é uma boa estratégia, afirmam especialistas.

Para uma boa educação é preciso haver negociação, mas não como chantagem, o que se torna negativo. "Crianças podem ser recompensadas quando conquistam algo ou cumprem um acordo, mas é mais interessante converter em lazer ou tempo com os pais, por exemplo, em vez de com bens materiais", orienta Julia Bittencourt, psicóloga com capacitação em desenvolvimento infantil.

Presentes para as crianças em tempos de crise
Em época de inflação e dólar em alta, é sempre bom pensar em brinquedos que, antes de mais nada, mantenham o orçamento da família equilibrado. Por isso, a primeira dica financeira para comprar o presente de seu filho é planejar o quanto se pode gastar.

Isso vale tanto para quem tem muito ou pouco recurso. Os presentes para crianças devem ser proporcionais ao tamanho de cada orçamento. "Independente do valor do presente, deve ser feita uma reflexão sobre o impacto do presente na relação de cidadania e de consumo da criança presenteada”, defende Gilberto Braga, professor da Ibmec do Rio de Janeiro e especialista em finanças pessoais.

Dicas para decidir os presentes das crianças
Reinaldo Domingos, autor do livro Mesada não é só dinheiro (Editora DSOP) entende que basta planejar, conversar abertamente com as crianças, perguntar o que elas gostariam de ganhar e em seguida pesquisar preços e ver se cabem no bolso. “O grande segredo é ser sincero com a criança, mostrando que está interessado nos desejos dela e que eles serão realizados, se for possível”, ensina Domingos.

Para o especialista não há nada de errado em as crianças desejarem tablets, jogos ou aparelhos eletrônicos, pois elas fazem parte de uma sociedade que cada vez mais valoriza esses produtos. “O errado é os pais se endividarem para atingir esses objetivos dos pequenos”, completa Reinaldo Domingos.

Veja a reportagem completa no link:
http://arevistadamulher.com.br/familia/content/2140938-como-nao-estragar-as-criancas-com-excesso-de-presentes

Marcus Succar
Idealizador e Cofundador da Lâmpada Mágica
www.lampadamagica.me



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